terça-feira, 28 de agosto de 2012

Baixando e instalando o Avast! Free Antivírus 7

Primeiramente, os requisitos básicos para instalação desse antivírus são:

Sistemas operacionais suportados
  • Windows 7 (qualquer edição, de 32 ou 64 bits)
  • Windows Vista (qualquer edição exceto a Starter Edition, em 32 ou 64 bits)
  • Windows XP Service Pack 2 ou mais recente (qualquer edição, de 32 ou 64 bits)
  • Microsoft Windows 2000 Professional Service Pack 4
Requisitos mínimos de hardware
  • Processador Pentium 3
  • 128 MB RAM
  • 200 MB de espaço livre no disco rígido
Para baixá-lo, siga os passos abaixo sequencialmente.

1. Acesse o site:


2. No final da coluna do Free Antivírus, clique no botão baixar.


 3.  Após ter clicado em Baixar, clique em: Não, obrigado, eu prefiro a proteção gratuita.


4. Finalmente, clique em Faça já o download, um botão verde, e espere carregar o download para instalar.


5. Com o download concluído, vá na pasta Downloads, abra o instalador do Avast e clique em executar:


6. A janela de instalação será aberta. Você pode escolher entre instalar ou não o Google Chrome, para isso desmarque ou marque a caixa de escolha. Clique no botão 'Instalação expressa' (em azul e destacado com o retângulo vermelho) :


7. Outra janela será aberta para confirmar o destino do antivírus, mostrando a pasta na qual ficará armazenado, podendo ser escolhida pelo usuário. Após definir a pasta de destino, clique em Continuar >> :



8. Uma janela de progresso de instalação será aberta:



9. Terminada a instalação, o Avast realizará um escaneamento rápido no seu computador:



10. Após concluída a instalação será aberta a janela abaixo. Clique no botão 'Terminar' :


O próximo passo é efetuar o seu cadastro no site do Avast para obter uma licença de uso gratuito por 12 meses. Após esse período, a licença deve ser renovada. Para se cadastrar, siga os passos a seguir.


2. Preencha os dados obrigatórios e a inspeção de segurança. Não se esqueça de marcar o produto como de 'Uso doméstico'!. Clique no botão registre uma licença gratuita :


3. Depois disso, será mostrada a seguinte tela (observe suas informações):


4. Em pouco tempo você receberá por e mail a chave de licença do Avast, válida por 12 meses. Copie o número dessa chave.

5. Agora abra o Avast. Na lateral esquerda clique na opção Manutenção e,em seguida, na opção registro.

6. Note que seu estado atual é 'Ainda não registrado'. Na parte inferior da janela central procure a seção Registro off-line e clique em Inserir a chave de licença.

7. Uma pequena janela central será aberta. Cole sua chave de registro e clique em OK.

Para registrar seu produto novamente, após os 12 meses, repita o mesmo procedimento. Não se esqueça de sempre manter seu antivírus atualizado, realizar periodicamente escaneamentos e ter cuidado com mensagens e sites duvidosos.

                              http://www.servergreen.com.br/tutoriais/avast.asp

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Entrevista com Léa Fagundes sobre a inclusão digital

Pioneira no uso da informática educacional no Brasil, Léa Fagundes cobra políticas públicas para o setor e defende a ajuda mútua entre professores e alunos
 
A sala de informática do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriga, entre vários computadores de última geração, alguns equipamentos sucateados. Embora não sejam tão antigos, esses micros parecem pré-históricos perto dos demais. A comparação entre as máquinas ajuda a perceber a rapidez vertiginosa com que a tecnologia se renova.
Nesse ambiente hi-tech, instalado no Instituto de Psicologia da UFRGS, a professora Léa da Cruz Fagundes recebeu a reportagem de ESCOLA para esta entrevista sobre inclusão digital. Precursora do uso da informática em sala de aula no Brasil, a presidenta da Fundação Pensamento Digital, de Porto Alegre, tem alcançado resultados animadores com as experiências que desenvolve em comunidades carentes do estado. Elas mostram que crianças pobres, alunas de escolas públicas em que não se depositam muitas expectativas, têm o mesmo desempenho que as mais favorecidas quando integradas no ciberespaço.
Segundo a especialista, o caminho mais curto e eficaz para introduzir nossas escolas no mundo conectado passa pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos os agentes envolvidos no processo. Sem receitas preestabelecidas e os ranços da velha estrutura hierárquica que rege as relações entre professores e estudantes.
Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet. Consultora de programas federais que visam ampliar a inclusão digital nas escolas brasileiras, a professora pede mais seriedade à classe política: “Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles”.

O que a senhora diria a um professor que nunca usou um computador e precisa incorporar essa ferramenta em sua rotina de trabalho?
Que não tenha medo de errar nem vergonha de dizer “não sei” quando estiver em frente a um micro. O computador não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade, pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças.

Como deve ser uma capacitação que ajude o professor a se adaptar a essas novas exigências?
É fundamental que a capacitação ofereça ao professor experiências de aprendizagem com as mesmas características das que ele terá de proporcionar aos alunos, futuros cidadãos da sociedade conectada. Isso pede que os responsáveis pela formação se apropriem de recursos tecnológicos e reformulem espaços, tempos e organizações curriculares. Nunca devem ser organizados cursos de introdução à microinformática, com apostilas e tutoriais. Esse modelo reforça concepções que precisam ser mudadas, como a de um curso com dados formalizados para consultar e memorizar. Em uma experiência desse tipo, o professor se vê como o profissional que transmite aos estudantes o que sabe. Se ele não entende de computação, como vai ensinar? Aprender é libertar-se das rotinas e cultivar o poder de pensar!

Que competências os educadores devem adquirir para utilizar com sucesso os recursos da informática? 
Os professores em formação necessitam desenvolver competências de formular questões, equacionar problemas, lidar com a incerteza, testar hipóteses, planejar, desenvolver e documentar seus projetos de pesquisa. A prática e a reflexão sobre a própria prática são fundamentais para que os educadores possam dispor de amplas e variadas perspectivas pedagógicas em relação aos diferentes usos da informática na escola.

Onde o professor pode buscar informações sobre inclusão digital? 
Ele pode visitar sites e participar de grupos de discussão. Consultar revistas especializadas e cadernos especiais dos jornais também ajuda muito. Outro caminho é buscar conhecimentos mais específicos com estudantes de escolas técnicas ou de cursos de graduação em informática e ouvir os próprios alunos.

É comum encontrar estudantes que têm mais familiaridade com a informática do que o professor. Como tirar proveito disso? 
Transformando o jovem em um parceiro do adulto. Quando isso acontece, a relação educativa deixa de ser hierárquica e autoritária e passa a ser de reciprocidade e ajuda mútua. O educador não deve temer que o estudante o desrespeite. Ao contrário, o adolescente vai se sentir prestigiado por partilhar sua experiência e reconhecer a honestidade do professor que solicita sua ajuda. Esse fato é determinante para a criação de um mundo conectado.

A senhora coordena programas ligados à inclusão digital em escolas públicas. Que lições tirou dessa experiência? 
Na década de 1980, descobri que o computador é um recurso “para pensar com”, e que os alunos aprendem mais quando ensinam à máquina. Em escolas municipais de Novo Hamburgo, crianças programaram processadores de texto quando ainda não existiam os aplicativos do Windows, produziram textos de diferentes tipos, criaram protótipos em robótica e desenvolveram projetos gráficos. Hoje, encontro esses meninos em cursos de ciência da computação, mecatrônica, engenharia e outras áreas. Na Escola Parque, que atendia meninos de rua em Brasília, a informática refletiu na formação da garotada, melhorando sua auto-estima e evidenciando o desempenho de pessoas socialmente integradas. Alguns desses garotos foram contratados como professores e outros como técnicos.

Os alunos da rede pública têm o mesmo desempenho no uso da informática que os de escolas particulares e bem equipadas? 
Sim. A tese de doutorado que defendi em 1986 me permitiu comprovar o funcionamento dos mecanismos cognitivos durante a construção de conhecimentos. Nos anos 1990 iniciei as experiências de conexão e confirmei uma das minhas hipóteses: as crianças pobres consideradas de pouca inteligência pelas escolas, quando se conectam e se comunicam no ciberespaço, apresentam as mesmas possibilidades de desenvolvimento que os alunos bem atendidos e saudáveis.

A educação brasileira pode vencer a exclusão digital? 
Há excelentes condições para que isso aconteça. No Brasil já temos mais de 20 anos de estudos e experiências sobre a introdução de novas tecnologias digitais na escola pública. Esses dados estão disponíveis. O Ministério da Educação vem criando projetos nacionais com apoio da maioria dos estados, como o Programa Nacional de Informática Educativa (Proninfe) e o Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo). Muitas organizações sociais e comunitárias também colaboram nesse processo.

O que mais emperra o uso sistemático da informática nas escolas públicas? 
A falta de continuidade dos programas existentes nas sucessivas administrações. Não se pode esperar que educadores e gestores tomem a iniciativa se o estado e a administração da educação não garantem a infra-estrutura nem sustentam técnica, financeira e politicamente o processo de inovação tecnológica.

Como o computador pode contribuir para a melhoria da educação?
Inclusão digital não é só o amplo acesso à tecnologia, mas a apropriação dela na resolução de problemas. Veja a questão dos baixos índices de alfabetização e de letramento, por exemplo. Uma solução para melhorá-los seria levar os alunos a sentir o poder de se comunicar rapidamente em grandes distâncias, ter idéias, expressá-las como autores e publicar seus escritos no mundo virtual.

Nossas escolas estão preparadas para utilizar plenamente os recursos computacionais?
A escola formal tem privilegiado essa concepção: é preciso preparar a pessoa para que ela aprenda. Mas o ser humano está sempre se desenvolvendo. Assim, as instituições também estão constantemente em processo. Por isso, a escola não precisa se preparar. Ela começa a praticar a inclusão digital quando incorpora em sua prática a idéia de que se educa aprendendo, quando usa os recursos tecnológicos experimentando, praticando a comunicação cooperativa, conectando-se. Mas algumas coisas ainda são necessárias. Conseguir alguns computadores é só o começo. Depois é preciso conectá-los à internet e desencadear um movimento interno de buscas e outro, externo, de trocas. Cabe ao professor, no entanto, acreditar que se aprende fazendo e sair da passividade da espera por cursos e por iniciativas da hierarquia administrativa.

Existe um padrão ideal de escola que usa a tecnologia em favor da aprendizagem?
Não é conveniente buscar padrões. Como sugeria Einstein, quando se trata de construir conhecimento é mais produtivo infringir as regras. O primeiro passo é reestruturar o espaço e o tempo escolares. Devemos dar condições para que os estudantes de idades e vivências diferentes se agrupem livremente, em lugares próximos ou distantes, mas com interesses e desejos semelhantes. Eles vão escolher o que desejam estudar. Essa liberdade definirá suas responsabilidades pelas próprias escolhas. Os professores orientarão o planejamento de forma interdisciplinar. Isso tudo é possível com o registro em ambiente magnético, que é de fácil consulta. Toda a produção pode ser publicada na internet, intercambiada e avaliada simultaneamente por professores de diferentes áreas.

Qual é sua avaliação sobre a proliferação de centros de educação a distância? 
Nestes tempos de transição vamos conviver com projetos honestos e desonestos, alguns bem orientados e outros totalmente equivocados. O pior dos males é a voracidade do mercado explorador da educação a distância. Espero que a própria mídia tecnológica dissemine informações para o público interessado ter condições de analisar esses centros. É importante discriminar os cursos consistentes dos que “vendem ensino”, ou seja, que reproduzem o ensino da transmissão, fora de contexto, em que o aluno memoriza sem compreender.

Léa da Cruz Fagundes
Gaúcha, com 58 anos de magistério, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul dedica-se há mais de 20 anos à informática educacional. Psicóloga com mestrado e doutorado com ênfase em informática e conferencista internacional requisitada, Léa Fagundes preside atualmente a Fundação Pensamento Digital, organização não governamental que dissemina a computação entre populações carentes.

Revista ESCOLA

Por: Werciley Silva, em 13 de junho de 2012 no Blog Educação a Distância.

Disponível em < http://www.educacaoadistancia.blog.br/entrevista-com-lea-fagundes-sobre-a-inclusao-digital/ > Acesso em 24 de agosto de 2012.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Até o presente dia, seis aulas com duração de 2 horas/aula foram ministradas com base na apostila do Windows XP, constando doze capítulos.

A aula de hoje abordou os capítulos 11 e 12 da apostila, entregue aos alunos do curso, referentes ao Painel de Controle e Ferramentas de Sistema.

Após conversa com os alunos, pode-se perceber que os mesmo estão bastante entusiasmados com o curso. Ressaltando que está havendo um ritmo de aprendizado muito gratificante tanto para os alunos quanto para a equipe do projeto.

Desse modo, sabendo que os últimos capítulos foram estudados, na próxima semana, terça-feira (dia 28), haverá uma revisão dos conteúdos estudados e um momento para esclarecer dúvidas, mas principalmente dar ênfase à resolução das atividades propostas em alguns capítulos da apostila do Windows XP, hoje finalizada.

Na quinta-feira (dia 30), será aplicada uma avaliação para os alunos de modo a compreender as principais dificuldades dos mesmos para que a equipe do projeto possa ajudá-los, obtendo então um melhor desempenho.

A equipe do projeto parabeniza a todos os alunos pela assiduidade, participação e interesse, o que torna o curso mais proveitoso e ainda melhora o desempenho dos alunos na inclusão digital.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Primeira Aula

Hoje tivemos nossa primeira aula, que por sinal, que aula hein?

Primeiramente gostaria de parabenizar todos os alunos que chegaram no horário marcado e demonstraram bastante interesse, isso motivou bastante toda a equipe do projeto. Todos colaboraram com a aula e foram participativos. PARABÉNS!

Começamos a aula distribuindo as apostilas do módulo Windows XP e em seguida fizemos uma dinâmica de grupo com o intuito de distrair e cada um se apresentar e em seguida começamos a aula.

A apresentação utilizada pelo professor pode ser baixada na página Downloads ou pelo link Aula 01.

Abaixo algumas fotos da aula:




Até quinta-feira (09/08) pessoal!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Início das aulas

Pessoal,

Amanhã teremos nossa primeira aula. Nessa aula iremos fornecer aos participantes os materiais do curso e iremos abordar os conceitos básicos de informática bem como falar um pouco sobre o curso.

Não esqueçam:

  • Local: IFRN
  • Data: 07/08/12 - Terça-Feira
  • Horário: Início às 17:00 hrs