domingo, 30 de setembro de 2012

Instalando e utilizando o WinRAR

O WinRAR é um programa compactador de arquivos bastante conhecido, existindo nas versões gratuita e paga. É muito utilizado por quem quer economizar o espaço de seu disco rígido, utilizando para isto arquivos compactados (que são menores). A seguir ensinamos como baixar a versão gratuita do programa.

Baixando o programa

1. Primeiramente, vá ao site do WinRar: http://www.win-rar.com/download.html?&L=0
Procure dentre as linguagens a opção Potuguese Brazilian. Após clicar nesta opção, a seguinte janela será aberta:

2. Clique em  Continue to Download WinRAR ou no botão Azul Download WinRAR.

Instalando o programa

3. Após a conclusão do download abra o setup de instalação do WinRAR que, provavelmente, estará com o nome wrar420. Note que será aberta a janela de segurança. Clique em Executar.


4. Uma janela de instalação semelhante á abaixo será mostrada. Selecione o local de instalação e clique em instalar.

5. Após clicar no botão instalar, será mostrada uma janela com o progresso de instalação.


6. Terminado o progresso de instalação, a janela mostrará as opções de arquivos compactados que o WinRAR trabalhará (normalmente já vem selecionados os que você precisará), sendo os mais importantes os formatos .ZIP e o .RAR, além de configurações de interface e a integração na Shell. Não altere essas configurações, pois as que você precisa já vem selecionadas. Para finalizar, clique em OK.


7. Uma janela mostrará que o WinRAR foi instalado e o seu local de instalação. Clique no botão Concluir. 


Abrindo um arquivo no WinRAR

8. Para abrir um arquivo no WinRAR, primeiramente clique com o botão direito sobre o mesmo, coloque o mouse sobre a opção “Abrir com” e clique em “WinRAR archive”.



9. Note que o arquivo estará na pasta do WinRAR e, para abri-lo, clique duas vezes sobre o mesmo.


10. Uma forma mais fácil de abrir um arquivo compactado, sem precisar estar sempre abrindo o WinRAR, é com a Extração. Para extrair um arquivo clique sobre o mesmo com o botão direito e clique na opção Extrair arquivos.. ou Extrair aqui. A opção Extrair arquivos... mostra uma janela para que o local de destino do arquivo seja escolhido, enquanto que  Extrair aqui salva o arquivo em seu formato original na mesma pasta do compactado. Assim, o arquivo em seu formato original estará salvo em uma pasta do computador.

Fonte das imagens: <http://www.baixaki.com.br/guias/Como-Instalar-WinRAR.htm> Acesso em 28 de setembro de 2012.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Aula 27/09 - Módulo Word 2007

A aula de hoje foi bastante proveitosa. Durante a mesma, foi feita uma revisão de todo o conteúdo ministrado sobre o Word 2007, fazendo com que os alunos pudessem reforçar algumas funções que não tinham ficado muito claras nas aulas anteriores.

Desse modo, na próxima aula, ainda será realizada um revisão, pois, segundo os alunos, os mesmos optaram por uma revisão do que uma prova, onde a primeira auxiliaria melhor no entendimento para que a segunda possa ser aplicada mais a frente.

Portanto, a avaliação será dia 2 de outubro e o início do módulo do Excel será dia 4 do mesmo mês.


A equipe do projeto cada vez mais sente-se gratificante pela turma!
Obrigada a todos pela participação!


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aula 25/09 - Módulo Word 2007


Na aula de hoje, foi abordado todo o conteúdo restante da Apostila do Microsoft Word 2007, referente a continuação do Capítulo 8 (Figuras e WordArt), Capítulo 9 (Cabeçalho e rodapé) e Capítulo 10 (Impressão de textos).

Como já mencionado anteriormente, esse módulo do Word foi finalizado, ressaltando que o conteúdo de tabelas será explicado apenas no módulo do Excel (o próximo) para melhor entendimento dos alunos, já que requer um conhecimento básico do Microsoft Excel para sua utilização.

As próximas aulas (27 de setembro e 2 de outubro) terão como principal propósito revisar e reforçar a prática dos alunos no Word.

Desse modo, verifica-se que, após essas aulas, as apostilas do Excel 2007 sejam entregues e o mesmo módulo iniciado.


A equipe do projeto agradece a participação e assiduidade de todos!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Carta de Aluna

Elza, uma das alunas do curso, fez uma carta, mencionando o seu reconhecimento pelo curso, até porque a própria afirma que homenagens/reconhecimentos devem ser feitas naquele momento e não póstumas.

E a equipe do projeto bastante gratificada publica essa carta:

"Quero expressar o meu reconhecimento pela qualidade do curso que está sendo ministrado pelo Professor Tiago Wanderley e a colaboração de suas auxiliares-bolsistas (Joyce e Laíze) e que certamente faz a diferença por dois importantes e essenciais itens: o amor profissional e o tratamento visível no seu perfil.

Ainda acrescento algo por mim vivenciado: este curso representa não apenas mais um entre tantos que você (Tiago) irá ministrar, mas, principalmente, porque tenho a convicção que outros participantes também irão perceber que este curso é especial em virtude da essência profissional que gera a diferença e realiza os nossos objetivos a aprendizagem.

Obrigada por esta oportunidade de não continuar sendo uma analfabeta tecnológica.

Agradeço a Deus e depois a Equipe."


Elza

É simplesmente inigualável o sentimento da equipe ao ler essa carta!

Obrigada Elza e a todos os alunos pela participação!

Aula 20/09 - Módulo Word 2007

O Capítulo 6 (Marcadores e Numeração) foi abordado na aula passada, mas não completamente. E, por isso, esse foi um dos assuntos tratados na aula de hoje, referente, principalmente, ao conteúdo de tabelas.

Como um todo, nessa aula, abordou-se esse conteúdo supracitado e o Capítulo 8 (Figuras e WordArt).

Hoje, houve bastante um reforço quanto a prática de salvar um arquivo do Word 2007 num local específico (no caso, pen-drive), algo muito utilizado pelos alunos em sua prática profissional.

É simplesmente surpreendente o avanço dos alunos nesse curso!


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Aula 18/09 - Módulo Word 2007

E cada vez mais, pode-se perceber o envolvimento dos alunos com as aulas.

Nessa última aula, foi abordado o conteúdo referente aos capítulos 3 (Configurando páginas e margens), 4 (Formatando parágrafos), 7 (Textos colunados), 5 (Tabulação) e 6 (Marcadores e Numeração), ressaltando que esse último foi apenas iniciado e o de Tabulação rapidamente explicado.

Acredita-se que por muitas informações terem sido ministradas nesse encontro, os alunos podem não ter fixado completamente o conteúdo dado, fazendo com que apenas a prática e o esclarecimento de dúvidas em um próximo encontro possam ajudá-los.

Já que em toda aula, Tiago faz uma revisão do conteúdo ministrado na anterior, os alunos podem (e devem) tirar qualquer dúvida referente ao mesmo, até porque pode ser comum aos demais alunos e ainda não deve-se ficar com receio a tirar aquela dúvida.


E tamanha alegria representa o sentimento que toma conta da equipe do projeto pela turma excelente e pelo rumo que o curso está tomando!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Notebooks e informatização nas escolas mudam realidade de alunos

( 19/08/2012)

De tamanho diminuto e configurações modestas, pequenos notebooks têm mudado a vida de estudantes paraguaios. O projeto Una Computadora Por Niño, iniciativa da ONG Paraguay Educa, conseguiu algo que parecia impossível: disponibilizar computadores portáteis para cerca de 10 mil estudantes de uma pequena cidade em um país considerado subdesenvolvido.

A cidade de Caacupé, próxima à capital Assunção, foi o ponto zero de uma revolução iniciada em 2009, quando a ONG, ligada à fundação norte-americana One Laptop Per Child, começou a distribuição de computadores entre professores e alunos de escolas públicas e particulares. Tanto os docentes quanto os estudantes envolvidos no projeto recebem treinamento e são acompanhados pelo período de dois anos, quando aprendem a tirar o máximo proveito das ferramentas oferecidas pela plataforma.

No Brasil, um projeto semelhante é levado adiante pelo governo federal e pela CCE, vencedora do pregão para a escolha da empresa que distribuiria 150 mil computadores para aproximadamente 300 escolas públicas. O programa já atinge dezenas de escolas em seis Estados brasileiros, onde professores e alunos têm acesso ao sistema que visa à inclusão digital e ao aumento na cadeia produtiva comercial brasileira.

Para Guilherme Canela, coordenador de Comunicação e Informação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para Mercosul e Chile, essa nova forma de educação é essencial. "Essas tecnologias vieram para ficar, fazem parte do que hoje se chama sociedade da informação ou sociedade do conhecimento. Não faria sentido, dada a presença dessas tecnologias, que as escolas estivessem fora desse processo", afirma.

É necessário que a capacitação dos professores venha atrelada a uma sintonia com a direção das escolas envolvidas. "Os professores precisam saber como utilizar essas tecnologias em benefício da qualidade da educação e isso não é trivial. Em muitos casos, há capacitação de professores, mas não dos diretores da escola. É preciso que ela ocorra ao longo do tempo, não só um processo inicial. Além disso, um problema verificado em toda América Latina é a falta desse tema na formação dos professores. É preciso reconhecer as tecnologias e que as escolas deveriam entender como se pode fazer uso delas para melhoria da qualidade educacional. Com tudo isso acontecendo, as análises apontam que a introdução de tecnologias contribui com o ensino. Porém, se uma dessas peças do quebra-cabeça faltar, os resultados serão aquém do esperado e investido", destaca Canela.

Porém, esse tipo de uso divide opiniões. Para Esther Cristina Pereira, psicopedagoga e diretora pedagógica da Escola Atuação de Curitiba, a inserção de tecnologias nas séries iniciais pode ser prejudicial. "Creio que as crianças em tenra idade precisam aprender de forma mais clássica, lúdica, as coordenações motoras finas e grossas dependem disso. Além disso, a inserção do lúdico é essencial, com os meios digitais utilizado de forma ampla esse desenvolvimento é prejudicado", afirma. Ainda para a psicopedagoga, é importante que as aulas sejam bem planejadas e atreladas de forma condizente com as faixas etárias. "As crianças já vivem em um mundo de informação, largá-las na frente de um computador pode mais limitá-las do que abrir horizontes. É importante que haja um planejamento muito bem feito de aulas e conteúdos bem adaptados para os meios", destaca. 

Já para Marta Bernadete da Silva, coordenadora do Laboratório de Informática Educacional (LIE) da Escola Municipal de Ensino Fundamental Getúlio Vargas, de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, o Projeto Um Computador por Aluno apresentou poucos desafios aos estudantes. "Com os alunos não houve grandes dificuldades, o único cuidado é gerenciar o uso das redes sociais durante as aulas. Este assunto é constantemente debatido entre os professores e optou-se em permitir o acesso das redes no intervalo, conforme a orientação dos professores", comenta.

Marta reforça, também, que alunos e professores levam os computadores diariamente para a escola a fim de aprender sobre novas formas de aprendizado. "É um processo contínuo por meio do compartilhamento de experiências, repensando o currículo e ressignificando os processos de aprendizagem na busca da construção do conhecimento", afirma. Para a coordenadora, as aulas se tornaram mais dinâmicas e interativas. "O uso das ferramentas digitais proporciona aos alunos atividades diferenciadas como pesquisas na internet, comunicação síncrona e assíncrona, espaços virtuais de aprendizagem e utilização de softwares", destaca.

Escola investe em tecnologia para atrair a atenção dos alunos

Para o diretor do Flama Sistema de Ensino, Alexandre Rangel, é necessário mexer em toda a estrutura pedagógica para fazer o jovem se interessar pelos estudos hoje em dia. "É preciso reformular esse formato tão obsoleto. Devemos introduzir nas salas de aula novos atrativos para prender a atenção do aluno. Ele não pode ser convidado, por exemplo, a decorar um conteúdo. Ele precisa entender e absorver o conhecimento".
Rangel ressalta, no entanto, que não basta os colégios se modernizarem. "Os professores precisam se reciclar urgentemente, sob pena de se tornarem obsoletos. Eles têm a dificílima tarefa de educar uma geração muito exigente".

Na tentativa de quebrar esse paradigma, o Flama adotou uma apostila digital em forma de aplicativo para tablets. Todo o conteúdo é conectado a uma TV na sala de aula. O software utilizado tem como aliado infográficos interativos para explicar e contextualizar as matérias. Durante uma aula de geografia sobre abalos sísmicos, por exemplo, o estudante enxerga na tela como e de que forma ocorrem os tremores, com infográficos simulando as ondas provocadas pelo hipocentro (ponto de origem do abalo no interior da Terra) e ainda mostrando o que ocorre no epicentro, proporcionando uma visualização "real" sobre o que está sendo estudado.

Com a utilização desse material desde o início de 2012, o grupo tem notado turmas mais motivadas e concentradas. Consequentemente, houve diminuição das notas vermelhas. "As aulas estão mais produtivas. Os professores não precisam perder minutos preciosos escrevendo no quadro fórmulas ou tentando desenhar o sistema solar cada vez que entram numa nova turma. Isso significa ganho de tempo. Com o novo método, é possível aprofundar-se nos assuntos, abordar questões mais relevantes, responder a mais dúvidas e fazer muito mais exercícios", explica o diretor do Flama.

Com o sucesso, o grupo acredita que os tablets vão ganhar o espaço da lousa digital, bem mais cara e com pouca mobilidade, já que o estudante não pode levá-la para casa. Já com o equipamento portátil, o aluno estuda em qualquer lugar, mesmo no modo off-line.

Por tudo isso, o grupo já pensa em comercializar o material didático para outras escolas do País. "O custo de tudo isso é irrisório, já que não será preciso comprar tantos livros a cada ano. Outra vantagem significativa é o estudante não mais carregar quilos e mais quilos de material nas mochilas. E trata-se de uma opção ecológica, já que não utiliza papel", ressalta o diretor.

Cartola - Agência de Conteúdo- Especial para o Terra 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Aula 13/09 - Módulo Word 2007

Na aula de ontem (13 de setembro), pode-se perceber tamanho envolvimento dos alunos com o programa, eles estão bastante atenciosos e curiosos quando à utilização de certas ferramentas e até mesmo dúvidas em sua prática profissional, a exemplo de um arquivo salvo em casa não abrir no computador da Instituição de Ensino.

Desse modo, pode-se perceber que ao salvar um arquivo na extensão do Word 2010, o mesmo não irá abrir em versões anteriores do Word (a exemplo 2007, 2003, 1997). Recomenda-se que o arquivo seja salvo na versão de 2003, mesmo que possa haver algumas perdas em seu documento, caso as formatações realizadas em seu arquivo não façam parte da versão de 2003, para não haver problemas com compatibilidade.

Essa aula continuou o capítulo 1 (Introdução ao Word) e iniciou o capitulo 2 (Trabalhando com arquivos), fazendo com que na próxima aula (terça-feira, 18) seja abordado o término desse último capítulo e, provavelmente, o início ao capítulo 3 (Configurando páginas e margens).

E novamente, Parabéns a todos os alunos pela participação nesse curso!

Está sendo bastante gratificante para todos da Equipe do Projeto!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Inclusão digital avança no Brasil, mesmo sem políticas públicas eficientes


(15/08/2012)
Pesquisas apontam que atualmente metade dos brasileiros estão conectados à internet. O número se deve menos aos esforços do governo e mais à ação do mercado e de ONGs.
Pouco mais da metade (51%) da população brasileira está conectada à internet, seja por telefone, seja por computador, de acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a empresa Telefónica. Vendo a estatística por outro lado, praticamente metade da população ainda está excluída do uso de algum tipo de tecnologia da informação.
O Brasil ocupa a 72ª posição, entre 156 países, no índice eleborado pela Fundação Getulio Vargas. A Suécia desponta no topo da lista, com 95,8%. No fim está a República Centro-Africana, com pouco mais de 5% de pessoas conectadas por celular ou internet. A Alemanha ocupa a 30ª colocação, com 83%.
Num intervalo de onze anos, o número de brasileiros com acesso à internet explodiu, passando de 2,87% da população em 2000 para 45% em 2011, segundo um relatório divulgado pela União Internacional das Telecomunicações (UIT), a agência das Nações Unidas dedicada a temas relacionados às tecnologias da informação e comunicação.
ONGs e mercado
De acordo com o professor Cláudio Bertolli, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), um país da extensão do Brasil teria que apresentar um índice bem maior de pessoas conectadas para que se possa falar em política de inclusão digital eficiente. Além disso, salienta, os dados apresentados estão ligados ao processo de liberalização econômica ocorrido na década de 1990 e não às políticas públicas.
"Ao ingressar no período conhecido como neoliberalismo, o governo brasileiro passou muitas das atividades para a iniciativa privada. Assim, se constantemente ouve-se falar em 'política de inclusão', ela é pouco efetiva. Coube às empresas multi e transnacionais criarem condições para a expansão dos seus serviços e o relativo barateamento deles", avalia Bertolli.
Para Rodrigo Baggio, presidente do Comitê para Democratização da Informática (CDI), uma ONG que se dedica a projetos de inclusão digital, o índice brasileiro é o resultado de ações simultâneas, mas que pouco se relacionam com as políticas governamentais. "Primeiro está a atuação de ONGs, que criaram a demanda por inclusão. Depois vem o mercado, com a diminuição do preço dos computadores e facilidades de financiamento. E, por fim, as lan houses, que tiveram, e ainda têm, um papel importante na disseminação de tecnologia para determinada parte da população", diz.
No Brasil, 70% da população das classes D e E acessa a internet emlan houses. As classes D e E, ou seja, famílias que têm uma renda mensal de até 1.200 reais, correspondem a 63 milhões de pessoas atualmente no Brasil, conforme o IBGE. "As iniciativas do governo ainda precisam gerar mais impacto. A maioria das ações está focada em comprar computador e conectar a internet", completa.
Cenário ideal
Assim como a simples aquisição de caneta e caderno não tira uma pessoa do analfabetismo, comprar um computador e conectá-lo à internet não significa que a pessoa vá saber tirar proveito do conteúdo que o equipamento oferece. Ela corre o risco de se tornar um analfabeto digital.
Conforme Baggio, a inclusão digital é um pilar composto de cinco partes. O primeiro passo é possibilitar o acesso, ou seja, ter os equipamentos e tecnologias necessárias para a conexão. O segundo é a capacitação contínua de profissionais, o que inclui atenção especial aos professores. O terceiro é o acompanhamento para verificar se os projetos estão funcionando, porque apenas a implementação não é suficiente. O quarto é uma avaliação periódica da situação, já que a tecnologia e o mercado estão em constante mudança. A última parte refere-se ao lixo tecnológico – efeito colateral da inclusão digital. A geração de lixo eletrônico é uma preocupação mundial, pois afeta diretamente o meio ambiente e a saúde pública. É preciso viabilizar a reciclagem do material descartado.
O segredo na palma da mão
Os especialistas alertam que o país deve prestar atenção aos celulares. Eles são um dos principais responsáveis pelo índice de inclusão digital no Brasil passar da metade. Se forem deixados de lado, a porcentagem brasileira cai de 51% para 39%.
O pesquisador Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador da pesquisa, alerta que o país precisa se dar conta de que o celular é essencial para esse avanço. "Olhamos muito para o computador com internet, e o celular ficou relegado a segundo plano. Mas o telefone móvel é uma plataforma que não requer mais educação e atinge mais pessoas, enquanto o computador em casa com internet se concentra nas classes A, B e um pouco na C. Parte das pessoas que não acessam a internet, por exemplo, de acordo com a pesquisas, alegaram que não o fazem porque não sabem mexer [no computador]."
Inclusão digital de fato é praticar o exercício da cidadania em todas as esferas: política, econômica, cultural e social. Esse processo aquece o mercado de trabalho e diminui as diferenças sociais. "Atualmente uma pessoa sem celular ou sem contato com a internet está excluída não só de informações, mas também de possibilidades de uma maior integração social", comenta o antropólogo Cláudio Bertolli.
O Brasil do futuro
Mesmo que a realidade pareça indicar o contrário, profissionais envolvidos com o tema são otimistas. De acordo com Neri, a presença da internet nos municípios cresce a uma taxa de 9% ao ano, e a tendência é que, em alguns anos, cerca de 70% da população brasileira esteja conectada.
Baggio segue na mesma expectativa. Ele diz que pode haver uma aceleração nesse cenário nos próximos cinco anos. Para ele, o Brasil está na metade do caminho, mas ainda tem uma longa jornada a percorrer. As ONGs continuarão a prestar serviços às comunidades e o mercado vai baratear ainda mais os preços dos equipamentos, principalmente dos smartphones.
E o poder público? Um dos desafios, além de aumentar a quantidade, é melhorar a qualidade da conexão. A disponibilização de banda larga em todo o país tem que ser ampliada nos próximos anos pelo governo brasileiro. "O aumento da eficiência dos programas é urgente e necessário."
Autora: Fernanda Azzolini
Revisão: Francis França

Disponível em: <http://www.dw.de/dw/article/0,,16166956,00.html> Acesso em 12 de setembro de 2012.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Introdução ao Word

A aula de hoje (11 de setembro) abordou o primeiro capítulo referente a Apostila do Word 2007.

Nessa aula, pode-se perceber tamanho envolvimento dos alunos com o curso, até porque pequenos detalhes dos comandos desse programa era motivo de pergunta, ressaltando que, de modo algum, isso atrapalhou o rendimento da aula, pelo contrário, incentivou a curiosidade dos alunos em saber a utilidade de tal ferramenta.

Com já foi dito, o módulo Windows XP foi ministrado durante o mês de agosto e agora foi iniciado o módulo Word 2007, constando em sua apostila dez capítulos.

Na próxima aula (13), ainda será abordado parte da Introdução ao Word 2007 (capítulo 1) e, em seguida, será iniciado o capítulo 2 (Trabalhando com arquivos).

É muito gratificante para a equipe do projeto ver o curso tomando esse rumo.

Obrigada a todos os alunos pelo interesse, participação e respeito!

domingo, 9 de setembro de 2012

Word 2007


As aulas do curso iniciaram dia 07 de agosto, contando com a presença de 28 alunos, e estão sendo bastante proveitosas, pode-se perceber que os alunos do curso estão interessados, interagindo nas aulas, e ainda que não houve alguma evasão até o presente momento. Evidenciando tal fato de interesse, a equipe do projeto teve sucesso ao ministrar todo o conteúdo da primeira apostila Windows XP, havendo uma avaliação dia 30 de agosto, que, por sua vez, demonstrou o bom desempenho dos alunos. Entretanto percebeu-se algumas dificuldades, onde a equipe revisou tal conteúdo nessa terça-feira (04 de setembro) de modo a tirar todos as dúvidas, bem como houve a entrega das apostilas do Word 2007.


Nessa quinta-feira (07), devido o envolvimento na organização do desfile (07 de setembro), os alunos do curso pediram que não houvesse aula, ressaltando que em outro dia essa aula seria reposta. Já que todas as aulas referentes ao Windows XP foram ministradas, na próxima aula (11), os conteúdos das aulas vão se referir ao módulo do Word 2007.


Desse modo, a equipe do projeto está bastante entusiasmada com o rumo que o curso está seguindo e com a participação, assiduidade e interesse dos alunos.